sexta-feira, 21 de fevereiro de 2014
É preciso parar para poder continuar..
Parar, para poderemos retomar a consciência de nossos atos e o valor de nossas ações. Parar por alguns segundos, sem risco de perdermos a “conexão” ou “travar”. E por que não parar alguns minutos, um ou dois dias?
Assim simples: parar. E já que você conseguiu (você está lendo este texto!) aproveite para refletir, observar, analisar, ouvir seus pensamentos ou parar para entrar em contato com aquilo que te é mais caro, com o seu sagrado, pensar nas pessoas que gostam de você, coisas que te ajudem a se recolocar nos trilhos, no caminho.
Mas afinal, qual caminho? Aquele caminho que você não deveria ter se desviado, aquele que lá atrás você havia desenhado, sonhado, se disposto a fazer antes de desviar com a loucura desmedida do executar, realizar, do “chegar lá”. Voltar a buscar seu sonho, e se já é real, curta!
Olhar para o horizonte, observar as pessoas, ou crianças pode nos levar a refletir sobre coisas que nos desacostumamos a pensar. E então, após todo este exercício será possível retornar àquela sua estrada, na velocidade que o tráfego (ambiente) permite. Rápido demais, ficará sujeito a riscos desnecessários, deixará de ver o que poderia ter visto (e pensado sobre). Lento demais, vai causar tumulto na estrada, os outros vão reclamar que você não contribui com bem estar e segurança de todos.
Parar é uma medida necessária para tomada de consciência sobre nossas forças e fraquezas.
Quer correr? Para onde? Pode ser uma medida insana, estressante. Quer vencer? Pare!
Saber parar e conseguir parar não é tarefa para poucos, nem para qualquer um, porque parar é a essência do caminhar.
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